Título: As Ibyranas: senhores da Terra (volume 1)
Autor: Eduardo Prota
Editora: Clube dos Autores
Páginas: 319
Ano: 2015
Páginas: 319
Ano: 2015
Onde comprar: Clube dos Autores
Ao começar a ler As Ibyranas eu já imaginava que essa seria uma história extremamente criativa. Eduardo Prota já havia me surpreendido em seu livro de conto InfiniMundos. Desde o início o que me chamou a atenção na sinopse do livro foi que além de ser nacional, era também carregado de brasilidade, é a nossa história, em todos os aspectos, do bom (nossa cultura, folclórica, africana...) ao ruim (o triste período da escravidão).
Inicialmente, somos apresentados aos personagens da trama, que se dividem entre os donos das terras/seus parentescos e o escravos. Todos vivem Ibyranas, na época dominada por Calus.
Conhecemos Anna Gabriella, filha de Dom Afonso. Uma jovem garota a completar 15 anos em uma linda festa de debutantes organizada por seu pai. O que Anna não esperava era que receberia uma visita que iria balançar suas estruturas, o jovem Rafael, filho do Rei de Calus. A atração entre os dois foi evidente e repentina, mas ambos disfarçaram bem.
Naquela mesma noite, depois que todos foram dormir, Anna e sua melhor amiga Aurora foram prolongar a festa junto com os escravos, apesar da diferença social, Anna sempre foi muito próxima deles, a começar por Helena que cresceu ao seu lado e se mostrava tão inteligente quanto ela. Essa noite foi crucial para os acontecimentos futuros, a vida de todos passa por uma imensa reviravolta, que vai de sequestro ao aparecimento de criaturas que até então eram lendas.
A história não para por aí, trata-se de uma grande mistura de criaturas místicas, romance e política. Como resistir?
Prota descreve muito bem todos os personagens, o que nos aproxima ainda mais da história. Fiquei encantada por Helena, uma garota forte e inteligente que foi criada por Avelino e Donana, o casal é a completa definição do amor e generosidade. Avelino sempre tão sábio, adorava contar histórias fantásticas.
Outro diferencial do livro é a linguagem, você consegue reconhecer os personagens. A narrativa acontece em terceira pessoa, os capítulos alternam para cada situação específica, o que possibilita uma visão geral das situações.
Eduardo Prota é realmente um talento que merece maior visibilidade, além da construção da narrativa, ele também foi o responsável pela capa, ilustração e diagramação. Mais completo que isso? impossível.
Super indico a obra para aqueles que, assim como eu, morre de amores pela cultura brasileira, se você gosta de fantasia com um toque de realidade essa é a sua chance!
Para maiores informações, acesse: www.infinimundos.com.br
Uma terra. Muitos corações. Assim são as Ibyranas, terras distantes colonizadas pelo Reino de Calus, que, imerso nos próprios problemas, as trata como uma posse e nada mais. Os ibyranos se veem constantemente assolados por fugas de negros de seus engenhos e ataques de tribos nativas às suas terras, tornando cada vez mais difícil a vida dos donatários, que, isolados e esquecidos, procuram resolver suas questões por conta própria. Porém, nem mesmo os senhores das capitanias, que defendem os interesses de Calus na região, poderiam prever que, naquela terra, havia muito mais do que política: os angás, antigas entidades que já habitavam as Ibyranas, não têm mais paciência com os abusos dos homens. Uma única fazenda é atacada e um donatário é capturado. Também sua filha e suas duas melhores amigas são levadas, e ninguém sabe ao certo quem foi o responsável ou o porquê. Cabe agora a alguns poucos amigos resgatá-los entre esses, um casal de escravos que conhece a terra como ninguém, um capataz misterioso, um menino imortal e até mesmo o próprio filho do Rei de Calus. Enveredando-se pelas Ibyranas, descobrem a real natureza daquela terra, que, de tão extensa, guarda mistérios inimagináveis. Alguns desses mistérios sorriem para eles e os chamam de amigos. Já outros têm seus próprios interesses e não sorriem para ninguém. . .
Ao começar a ler As Ibyranas eu já imaginava que essa seria uma história extremamente criativa. Eduardo Prota já havia me surpreendido em seu livro de conto InfiniMundos. Desde o início o que me chamou a atenção na sinopse do livro foi que além de ser nacional, era também carregado de brasilidade, é a nossa história, em todos os aspectos, do bom (nossa cultura, folclórica, africana...) ao ruim (o triste período da escravidão).
Inicialmente, somos apresentados aos personagens da trama, que se dividem entre os donos das terras/seus parentescos e o escravos. Todos vivem Ibyranas, na época dominada por Calus.
Conhecemos Anna Gabriella, filha de Dom Afonso. Uma jovem garota a completar 15 anos em uma linda festa de debutantes organizada por seu pai. O que Anna não esperava era que receberia uma visita que iria balançar suas estruturas, o jovem Rafael, filho do Rei de Calus. A atração entre os dois foi evidente e repentina, mas ambos disfarçaram bem.
Naquela mesma noite, depois que todos foram dormir, Anna e sua melhor amiga Aurora foram prolongar a festa junto com os escravos, apesar da diferença social, Anna sempre foi muito próxima deles, a começar por Helena que cresceu ao seu lado e se mostrava tão inteligente quanto ela. Essa noite foi crucial para os acontecimentos futuros, a vida de todos passa por uma imensa reviravolta, que vai de sequestro ao aparecimento de criaturas que até então eram lendas.
A história não para por aí, trata-se de uma grande mistura de criaturas místicas, romance e política. Como resistir?
Prota descreve muito bem todos os personagens, o que nos aproxima ainda mais da história. Fiquei encantada por Helena, uma garota forte e inteligente que foi criada por Avelino e Donana, o casal é a completa definição do amor e generosidade. Avelino sempre tão sábio, adorava contar histórias fantásticas.
"Todos os olhos se concentravam no ancião, qua pausou a fala para voltar ao cachimbo."A bagagem cultural que esse livro carrega é incrível, é muito bom ter a oportunidade de ler algo que nos aproxima da nossa realidade, temos lendas tão boas, um folclore tão diversificado que não tem motivo para buscar criaturas de outras culturas. Tudo foi colocado muito bem.
Outro diferencial do livro é a linguagem, você consegue reconhecer os personagens. A narrativa acontece em terceira pessoa, os capítulos alternam para cada situação específica, o que possibilita uma visão geral das situações.
Eduardo Prota é realmente um talento que merece maior visibilidade, além da construção da narrativa, ele também foi o responsável pela capa, ilustração e diagramação. Mais completo que isso? impossível.
Super indico a obra para aqueles que, assim como eu, morre de amores pela cultura brasileira, se você gosta de fantasia com um toque de realidade essa é a sua chance!
Para maiores informações, acesse: www.infinimundos.com.br






Infelizmente não me interessei muito no livro :(
ResponderExcluirEsse genero não faz muito o meu estilo .
http://coisasdediane.blogspot.com.br/
Oi, Daiana!
ResponderExcluirApesar de ser um livro bastante brasileiro, ele não me chamou muito atenção. Principalmente por essa capa não ser muito atrativa.
Não seria algo que ele leria por agora.
Beijos
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Oi Daiana!
ResponderExcluirO fato de conseguir reconhecer os personagens só pelo diálogo é um ponto super positivo do livro, mas realmente não curti a capa. Espero que eles venham fazer uma nova edição com uma capa mais condizente. Parabéns pela resenha.
Bjoss
http://kelenvasconcelos.blogspot.com.br/