Olá pessoas lindas, estivemos pensando em fazer uma coluna que fuja do assunto que nós normalmente tratamos aqui, mas que não saia 100% do mundo literário, cinematográfico, televisivo, etc...
Aqui nós postaremos textos autorais, poemas, contos, músicas, histórias da nossa vida particular, enfim, coisas que gostamos muito! Espero que todo mundo goste, a sua opinião é sempre bem-vinda!
Pensei em começar essa coluna com um conto, mas eu não consigo terminá-lo de jeito nenhum! Espero que um dia eu possa postá-lo aqui, mas ele exige muita maturidade, e eu preciso atingi-la lendo muito mais livros e assistindo muito mais séries e filmes. Portanto, eu achei legal compartilhar com vocês algum texto que eu tenha escrito, procurei muito e cheguei a conclusão que ,antes de ler, vocês devem levar em consideração que eu sou muito dramática e emotiva. Eu adoraria que vocês pudessem acompanhar o texto ouvindo essa música (<- tradução):
Ela significa muito para mim e acho que combina perfeitamente com o tom do poema, ele não é grande, mas dá pra vocês curtirem um pouco ou sofrerem comigo né?
" Uma estrela, fonte de calor,
Morre e brilha fria no céu,
Pálida e brilhante,
Branca e inconstante,
Paira a me observar,
Acima de mim, vigiam,
Girando sem sair do lugar,
Numa dança infinita e macabra...
O céu é um funeral,
E todas as noites contemplamos,
Na segurança de nossas casas,
Das janelas e sacadas,
O retorno dos mortos.
Foi pensando nas estrelas que eu vi a minha inocência perdida, refletida naqueles olhos.
Mas uma vez que descobrimos tais segredos,
Não há como voltar atrás.
Se tudo é uma questão de tempo,
Ele não tem tempo para nós.
Não pedi que do céu voltasse,
Pois estou atada a(o) nós.
Que prendem nossas mãos,
que acariciam e maltratam,
Com tamanho e estranha força,
o quanto dói o coração?
Pois este corpo a ti pertence,
Assim é como é tua a minha solidão.
Até mesmo em tua companhia,
Alimento-me dos restos de atenção
É o que ofereces, eu entendo...
Só me agonia este pensar,
Se é triste o meu penar,
Não sei viver se não sofrer,
Estrela morta a cada dia nos braços teus,
Sufocando teu pranto nos beijos meus,
Hão de saber que é feio o fim,
Mas ei de alegrar-me enfim,
Se só o meu coração se partir".
Então crianças, o que acharam? Perdoem o drama e não desistam de mim kkkkkk (Malu), isso é o que dá a pessoa sozinha por muito tempo, vira poeta e começa a sofrer até com comercial de margarina, é triste viu irmãos? kkkkkk
Espero que tenham gostado da proposta dessa coluna nova, e também espero que tenham gostado do texto. Não vou prometer a vocês que de uma próxima vez eu virei com um tema mais alegre, mas nunca se sabe né ?
Destaque para a nebulosa da Hélice (na segunda foto) que está passando pelo seu ultimo estágio de vida e para uma estrela morrendo (primeira foto) com o núcleo exposto, capturada pelo Hubble <3
E essa música do The Civil Wars que parte meu coração, vou ali chorar, Adeus kkkkk






Caraca *o*
ResponderExcluirAdorei a poesia que você chamou de texto haha ficou muito mais pronfundo que um texto mulher, amei mesmo, mds *----*
Também me meto a escrever de vez em quando daí as vezes sai algo que preste, ams você tem talento viuu ♥
beijos
Ganurb